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Jacques Wagner rechaça acusação feita por Cerveró em delação

O ministro-chefe do gabinete pessoal da Presidência, Jaques Wagner, divulgou nota rechaçando a inclusão de seu nome na delação premiada do ex-diretor da Petrobras, Nestor Cerveró. Segundo a assessoria do ministro, ele informou que "está à disposição das autoridades e vai aguardar o resultado definitivo das investigações". Acrescentou também que "está seguro sobre suas atividades sempre motivadas pelo interesse público".
O Tempo
04/05
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Em delação, Cerveró cita propina de US$ 6 milhões para Renan Calheiros

Em seu primeiro depoimento como delator da Operação Lava Jato, nesta segunda-feira (18), o ex-diretor da área Internacional da Petrobras Nestor Cerveró acusou peemedebistas presidentes do Senado, Renan Calheiros, e da Câmara, Eduardo Cunha, de envolvimento em irregularidades na contratação de navios-sonda da estatal. Cerveró afirmou que o lobista Jorge Luz, que atuava na Petrobras, pagou US$ 6 milhões referentes à sonda Petrobras 10.000, contratada junto à multinacional Samsung.
Jornal do Brasil
19/04
23 Pontos

Em depoimento como delator, Cerveró envolve Renan e Cunha no petrolão

Segundo o ex-diretor, Gabrielli disse a ele que o PT tinha uma dívida de R$ 50 milhões com o banco Schahin que precisava ser "resolvida"."Ele usou o poder de presidente e determinou que eu ficasse encarregado de resolver a dívida do PT", afirmou o delator.O caso, segundo o depoimento, não envolveu pagamentos em dinheiro: "a propina era a liquidação da dívida" do partido.
Folha de São Paulo
19/04
6 Pontos
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